COISAS DO BACO

Vale o que vale mas li hoje no Observador um artigo que não posso deixar de registar! “Como armazenar vinho para que dure mais tempo?”

Yes please! Seja do Douro, Dão, Setúbal ou Alentejo; Verde, Maduro ou Espumante; Branco, Tinto, Rosé ou Espumante…  Quero e agradeço.

Aprecio um bom vinho confesso! Haja dinheiro para o comprar que a armazenagem não será o problema 😉

Ficam as dicas:

1. Luz – controlar a exposição à luz

2. Humidade – colocar no armário das garrafas também um copo de água ou um pano molhado, por forma a controlar a humidade. Segundo o artigo do Observador a vantagem da humidade é fazer com que a rolha não fique ressequida e mantenha a elasticidade, protegendo o vinho do malogrado oxigénio.

3. Temperatura – parece que tanto o vinho branco como o tinto devem ser mantidos a uma temperatura o mais fresca possível. Idealmente, essa temperatura deve rondar os 10 e os 12 graus e deve ser sempre constante de forma a evitar que o vinho coza.

4. Posição – A garrafa deve estar sempre deitada e nunca de pé para que a rolha não fique seca e não deixe passar o ar.

5. Vibração –  nada de abanar as garrafas! Rodolfo Tristão acrescenta ainda que se estivermos a pensar abrir uma garrafa no dia seguinte, devemos na noite anterior coloca-la de pé, para que os sedimentos possam descer.

6. Local de armazenamento – nada de odores! “não se deve armazenar vinho num espaço que tenha odores, porque passam para a garrafa. As pessoas costumam guardá-las no meio de alhos, cebolas e até de lixívia”. o melhor mesmo é adquirir um armário de vinhos, diz Rodolfo Tristão.

7. Mas “nem todos os vinhos ficam melhores com o tempo, depende muito da qualidade e das regiões de onde são provenientes. Rodolfo Tristão diz que os “vinhos com mais mau feitio”, ou seja, aqueles vinhos complexos que quando se bebe até parece que “deixam a boca encortiçada”, são os que melhor evoluem com a passagem do tempo. É o caso dos vinhos da Bairrada, do Dão, do Douro ou da Beira Interior. O período de vida de uma garrafa vai depender do tratamento do qual foi alvo ao longo da sua existência, podendo durar de 10 a 60 anos, ou mesmo 300, no caso do vinho Madeira.”

8. Velho ou novo, como dizem numa das tascas lá para os lados da Baixa Lisboeta “previna-se contra a crise e a recessão comendo sandes de leitão e bebendo vinho da região”

Vinho da Região

p.s o artigo do Observador pode ser consultado na integra aqui

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